As paredes com o tempo,
O sol, a chuva, o vento...
Vão perdendo toda a cor.
Será assim também o amor?
Não. O amor não é morto e frio
Como as paredes. É porto e rio,
Sempre o mesmo e sempre jovem,
Novas cores no coração do homem.
Paisagem De um lado barulhenta a Cidade carro e gente que corre como sangue da cidade nas ruas e avenidas entre pedras e concretos Do outro o Banhado e com assiduidade o Sol em silêncio silenciando a Cidade 2005 |
Quisera eu mudar o mundo este mundo miserável imundo Ainda existem senhores de escravos exploradores de crianças dilaceradores de esperanças Ainda existe fome no mundo enquanto uns nadam em dinheiro Ainda existem guerras no mundo |
Um poema sobre solidão: quando a festa é o lugar mais solitário do mundo Por Lucimar Justino · 4 de abril de 2026 · 4 minutos de leitura ...