As paredes com o tempo,
O sol, a chuva, o vento...
Vão perdendo toda a cor.
Será assim também o amor?
Não. O amor não é morto e frio
Como as paredes. É porto e rio,
Sempre o mesmo e sempre jovem,
Novas cores no coração do homem.
Um poema sobre solidão: quando a festa é o lugar mais solitário do mundo Por Lucimar Justino · 4 de abril de 2026 · 4 minutos de leitura ...
Olá!
ResponderExcluirBom dia.
Vim agradecer a visita e aproveitei para ler sua poesia,por sinal muito bonita.
Parabens.
ISA