madrugada bruta
frios latidos
ecoam pela cidade
finos gemidos
de fêmeas no cio
algumas lágrimas
e outros soluços
de crianças na rua
madrugada bruta
eu já de caneta nas costas
sou lavrador de palavras

Um poema sobre solidão: quando a festa é o lugar mais solitário do mundo Por Lucimar Justino · 4 de abril de 2026 · 4 minutos de leitura ...